[ Frequentadoras ]

BETH�NIA: Paulistana da Bras Leme (O Leblon da Zona Norte), 25 anos, professora de espanhol, cervejeira, fumante inveterada, amante (uh!) da Serra da Cantareira. Lingu�sticamente conhecida pela abund�ncia de g�ria. Praticamente uma voyer do blog.

CAROL : Santista, 27 anos, escritora anual do blog. Cacha�eira, fumante, baladeira, dentro em breve ser� professora de portugu�s. Facilmente reconhecida pelo sotaque caracterixxtico santista.

IL� : Paulistana tamb�m da Zona Norte, 27 anos, professora de ingl�s, portugu�s, estuda italiano mas, no fundo, n�o faz nada direito. Caracteriza-se por uma inf�mia in�til e sem gra�a alguma. Cervejeira e fumante, tamb�m.

RENATA: Estreou no FFLCH parte II (ver link abaixo) no dia 29/02/04, j� b�bada. Isso denota a afinidade que possui com as integrantes antigas. Paulistana, 24 anos, zonalesteana (natural da Zona Leste), estuda italiano, fuma e bebe a ponto de, �s vezes, deixar as integrantes desse blog para tr�s. � a �nica loira dentre as morenas daqui.

O que nos une: CACHA�A, cigarro, e muita, muita cerveja.

O que nos levou a fazer um blog : um longo e lento processo de desocupa��o mental



[ O passado q nos condena ]



[ Nossos blogs antigos ]

Nosso primeiro blog
A continua��o da saga



[ Lemos ]

Filho de Marte
Diario da Tina
Taty's eyes
Casa da M�e da Joana






[ Posts ]

06/12/2006 10:16
Acordou com um espreguiçar gostoso, com aquela preguiçinha q há tempos não sentia. Acordou? Mas...
Virou-se para lado e viu o frasquinho vazio. Não deu certo? Como assim? Foram tantos ... Homeopatia! Não era possível tamanha confusão! Homeopatia! Era muito patético, mais patético do que o dia que viria pela frente, pois agora teria de encarar não só o mundo ao seu redor como a si mesma, com aquele inconformismo próprio de quem faz uma besteira dessa proporção.
Levantou-se, olhou-se no espelho. Lá estavam eles, inchados, vermelhos e fundos da noite de aflição. Mais uma coisa a se tolerar.
Desceu as escadas, esperando um bombardear de perguntar sobre as olheiras e o inchaço. O cachorro pulou, numa vã tentativa de lamber-lhe a boca; o pai atravessando a sala, deu-lhe um cotidiano beijo de bom-dia, já com chave na mão; a mãe pediu-lhe, após seu bom-dia, que trouxesse um kilo de farinha quando voltasse, pois no dia seguinte queria fazer um bolo cuja receita vira na tv.
Concordou, prometendo inclusive um frasco de chantili, tomou seu café e, metendo-se a normal, foi trabalhar. Descobrira, ao menos, um bom remédio para sua insônia.


Ilá, num momento de pós-insônia criativa.

enviada por bardafflch






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