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BETH�NIA: Paulistana da Bras Leme (O Leblon da Zona Norte), 25 anos, professora de espanhol, cervejeira, fumante inveterada, amante (uh!) da Serra da Cantareira. Lingu�sticamente conhecida pela abund�ncia de g�ria. Praticamente uma voyer do blog.

CAROL : Santista, 27 anos, escritora anual do blog. Cacha�eira, fumante, baladeira, dentro em breve ser� professora de portugu�s. Facilmente reconhecida pelo sotaque caracterixxtico santista.

IL� : Paulistana tamb�m da Zona Norte, 27 anos, professora de ingl�s, portugu�s, estuda italiano mas, no fundo, n�o faz nada direito. Caracteriza-se por uma inf�mia in�til e sem gra�a alguma. Cervejeira e fumante, tamb�m.

RENATA: Estreou no FFLCH parte II (ver link abaixo) no dia 29/02/04, j� b�bada. Isso denota a afinidade que possui com as integrantes antigas. Paulistana, 24 anos, zonalesteana (natural da Zona Leste), estuda italiano, fuma e bebe a ponto de, �s vezes, deixar as integrantes desse blog para tr�s. � a �nica loira dentre as morenas daqui.

O que nos une: CACHA�A, cigarro, e muita, muita cerveja.

O que nos levou a fazer um blog : um longo e lento processo de desocupa��o mental



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21/12/2006 15:34

Momento cultural

The ringleader of the tormentors - Morrissey

"Novo" cd da paixão dessa q vos fala q calha de ser também o ex-vocalista do The Smiths.
Em termos de letras, bastante dentro do padrão morrisseiano: Falando contra os USA, da insatisfação consigo mesmo e da sua inadequação ao mundo. Até aí, nada de novo.
Na verdade a inovação está no fato de Morrissey, agora vivendo na apaixonada Italia ao invés da cinzenta Londres, achar q ele pode ser feliz (deve ter caido nas graças de algum italiano) mesmo nos últimos momentos da vida dele.
Não, Morrissey não está velho assim, é resquício de gotiquice mesmo. Mas o novo sentimento trás ao cd um certo ritmo que não foi visto em outros. Os acordes menores e o tom melancólico dão lugar a riffs mais pesados e até (pasmem!) um música inteira feita por sintetizadores.
Outra inovação é a presença infantil no cd: duas faixas apresentam back vocals de crianças e um faixa trata sobre a necessidade de ver o garoto feliz (talvez esse último seja o italiano...).
Aqui vamos, faixa a faixa:

1. "I will see you in far-off places"
A faixa anti-americana que há em qqr cd dele. Pesada, faz lembrar a primeira faixa do cd anterior a esse, pesada e anti-americana também.

2. "Dear god, please help me"
A faixa na qual ele xinga deus por sua inadequação. Também presente em qqr cd dele. O q estraga a faixa é ela ser feita por sintetizadores. Chata pra caramba.

3. "You have killed me"
Maravilhosa, bem no estilo Morrissey: Ritmo bem compassado, refrão q gruda, progressão de acordes no final. Linda. Não deixa nada a dever para Suedehead, Everyday is like Sunday, The more you ignore me, etc. É a faixa q mais demosntra a influência da vida na Itália.

4. "The youngest was the most loved"
Fala sobre a influência negativa da sociedade nas pessoas. Pesada, ritmada, com trechos que grudam de verdade na cabeça (no bom sentido). É a primeira faixa com becking infantil. Frase memorável: 'There's no such thing in life as normal.'

5. "In the future when all´s well"
'Somehting must have gone... right!' Ó lá o pessimista se surpreendendo... Pesadinha mas mais dançante.

6."The father who must be killed"
Menina q mata o padrastro com razão e perdão da mãe. Ela é liberta pelo suicidio. Nada mais comum nas letras morrissianas, o q não torna a musica ruim, at all. Segunda musica com vocal infantil.

7. "Life is a pigsty"
Uma baladinha xingando o mundo. Legal, mas meio chatinha. Acho q o Morrissey perdeu o jeito para baladinhas. Ele está muito mais rock 'n roll do que melancólico, e acho q essa foi a grande mudança nesse cd.

8. "I´ll never be anybody´s hero now"
O grande amor da vida dele está embaixo da terra e, por isso, ele não será herói de ninguém. Gotiquice pura, mas com a inovação ritmica do cd, ficou uma msica bastante interessante.

9. "On the streets I ran"
Interessante mas dispensável. Xinga a sociedade e o mundo de novo, que nos impede de sermos nós mesmos.

10. "To me you are a work of art"
Linda balada pesada de amor. Ele perdeu o jeito para baladinhas lentinhas e melancólicas, mas continua fazendo letras como poucos. Imagens lindas sem mela-cuequice. Sem dúvida a melhor faixa do cd depois de You have killed me.

11."I just want to see the boy happy"
Olha lá ele pedindo a Deus para viver mais um pouquinho para poder fazer o menino feliz. De onde ele tirou a idéia de que ele vai morrer aos 47 anos?

12."At last I am born"
E, para concluir, ele finalmente enxerga q a vida dele foi boa, q ele foi reconhecido pelos críticos (os quais ele vem xingando desde que nasceu) e que pode morrer feliz (Sim, d novo. Será q ele descobri q está com cancer, aids ou coisa assim? Q saco!)

Bem, momento culturalmente inútil para não fãs de Morrissey finalizado.

Ilá, ao som de You have killed me.

enviada por bardafflch






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